Best of the Year 2017 - Wine Enthusiast

Lua Cheia em Vinhas Velhas Tinto 2015 destacou-se como escolha da Wine Enthusiast para os melhores do ano, tendo ficado em 25º das melhores compras de 2017. Uma excelente classificação!

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This perfumed old-vine field blend is rich and stylish. It has weight without power, a fine combination of lively red fruit and firm tannins, and will age well for years. Drink from 2019.
— ROGER VOSS @vossroger European Editor, Reviews wines from Portugal and France
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Um Tinto Insurgente do Dão

Depois do tinto Meia Lua, chega ao mercado mais um vinho com o selo de qualidade Lua Cheia em Vinhas Velhas: Insurgente.

Este é o primeiro de uma trilogia. 20 de julho de 2017 – Da premiada região demarcada do Dão um novo vinho ergue-se: Insurgente.

 

Este novo tinto com a chancela do produtor Lua Cheia em Vinhas Velhas é o primeiro de uma trilogia, tal como a série assinada por Veronica Roth.

Influenciado pelo rigoroso clima da Serra da Estrela e do Caramulo, este néctar faz jus ao nome, de sabor intenso e complexo, é impossível que não se destaque entre os vinhos do Dão. Fruto das castas de Touriga Nacional (70%) e Alfrocheiro (30%) e de cor vermelho granada, Insurgente provoca uma explosão no palato. A fruta vermelha e as notas balsâmicas (a lembrar o pinhal e o eucalipto) conferem-lhe uma elegância única.

Para uma experiência gastronómica completa, o ideal é servir o Insurgente com pratos da cozinha mediterrânica ou queijos de pasta mole.

 

Saber mais.

 

Elegância servida à mesa com Andreza

O produtor Lua Cheia em Vinhas Velhas acaba de apresentar a nova colheita do vinho Andreza Reserva Branco, mesmo a tempo de acompanhar as longas refeições de verão.

Andreza não rima com elegância, mas podia. O vinho do produtor Lua Cheia em Vinhas Velhas tem um toque de nobreza ou não tivesse herdado o nome do velho mapa do Douro do Barão de Forrester. A nova colheita do Reserva Branco acaba de ser apresentado e é perfeito para acompanhar os longos almoços ou jantares de verão.

Oriundo das vinhas da região de Murça, o Andreza apresenta uma abordagem contemporânea à região demarcada mais antiga do mundo: o Douro. Este Reserva Branco, produzido através das castas Viosinho e Verdelho, surpreende pela sua elegância, apesar de intenso e poderoso no sabor, dominado pela mineralidade. Tudo isto sem perder a frescura que a estação mais quente do ano exige.

Com uma acidez equilibrada, é ideal para ser servido com peixe, marisco, carnes brancas e queijos de pasta mole.

Por fim, recomenda-se que beba o Andreza Reserva Branco com… lentidão.

 

IN Shopping Spirit

http://shoppingspirit.pt/2017/06/22/elegancia-servida-a-mesa-com-andreza/

Herdade de Pegos Claros – A tradição do Castelão a 2 passos de Lisboa

Desde 1920 com castelão plantado, é nos anos 90 do passado século que os Vinhos da Herdade de Pegos Claros começam a dar nas vistas, com algumas colheitas míticas como 1993 ou 1995 com grande reconhecimento tanto a nível nacional como internacional.

São 40 hectares de Castelão, a 50 minutos de Lisboa, em Santo Isidro de Pegões. A maior vinha contínua de Castelão na Região DOC Palmela, que hoje continuam em solos arenosos a produzir Vinhos de grande qualidade.

A vinha está integrada numa propriedade com uma área total de cerca de 540 hectares, onde podemos encontrar sobreiros e pinheiros mansos explorados num modelo de gestão florestal responsável, em respeito pelos recursos naturais, ecológicos, sociais e ambientais locais.

Vinhas com cerca de 90 anos - solos arenosos.

Vinhas com cerca de 90 anos - solos arenosos.

Em 2017 a Herdade de Pegos Claros, conduzida pelo José Miguel Gomes Aires (Terrateam) e pelo Enólogo Bernardo Cabral, ousou e lançou um branco de Castelão – Blanc des Noirs -  que se vem juntar aos três Tintos e ao Rosé.

Aqui a vindima ainda é manual, pisa pé e fermentação em lagar aberto.

Pisa a pé  em Pegos Claros

Pisa a pé  em Pegos Claros

 

 “A colheita é feita de forma manual, não há mecanização, sendo as uvas carregadas em cestos de 20 kg, seguindo para o lagar aberto (uma bateria de 5 lagares) para fermentação, com a primeira pisa do vinho feita sempre a pé e depois o estágio em barricas de carvalho francês e americano”. “Pegos Claros” é “um vinho diferenciado, não é de consumo de massas nem está nas grandes superfícies”, sendo um “produto de gama superior”.

As vinhas de Pegos Claros, variam entre os 30 e os 90 anos, sendo os lotes feitos à medida da necessidade de cada gama, predominando no Grande Escolha, uvas vindas das mais antigas vinhas da Herdade.

Castelão - É uma das variedades mais cultivadas no sul do país, sendo particularmente popular nas denominações do Tejo, Lisboa, Península de Setúbal e Alentejo. É em Palmela, nas areias quentes do Poceirão, nas vinhas velhas da região, que a casta dá o melhor de si, desenvolvendo-se melhor em climas quentes e solos secos e arenosos. Em vinhas maduras, de baixa produtividade, devidamente controladas, o Castelão dá origem a vinhos estruturados, frutados, com particular incidência na groselha, ameixa em calda, frutos silvestres, apresentando ainda notas típicas de caça mortificada. Proporciona vinhos de taninos proeminentes e acidez intensa, revelando um lado rústico de que o Castelão raramente consegue descolar. Os melhores exemplares prometem excelente capacidade de envelhecimento.

 

 Os Vinhos de Pegos Claros voltaram ao seu melhor nível e hoje temos Vinhos como o Pegos Claros Grande Escolha, altamente pontuado a nível nacional e internacional.

Colheita 2013

• Medalha de Ouro, Concurso deVinhos Portugal 2017 (Mai.2017)

• 91+ pontos / eRobertParker.com(Abr.2017)

• 17.5 pontos / Revista Vinhos(Mar.2017)

• 16.5 pontos / JancisRobinson.com, review by Julia harding (Fev.2017)

• 18.5 pontos / Revista Wine (Dez.2016)

• 91 pontos / Wine Enthusiast (Dez.2016)~

 

Como está calor a sugestão são o Pegos Claros Rosé, acompanhamento perfeito para Sushi e o Pegos Claros Blanc des Noirs , um branco diferente e especial perfeito para acompanhar uma Salada de Camarão.

 

Jantar Vínico Herdade de Pegos Claros - Restaurante Abre Latas - 6 de Abril

No próximo dia 6 de Abril, o Abre Latas recebe a Herdade de Pegos Claros, para um jantar Vínico diferente.

Num ambiente acolhedor, Jorge Colaço e Júlio Fernandes reinventam as conservas, não só de peixe.

ABRIR A LATA

SABOR As conservas de peixe bastam-se a si próprias em qualidade e sabor. É possível, no entanto, potenciar a sua versatilidade gastronómica, encontrando uma grande variedade de contextos em que podem ser saboreadas.

DIVERSIDADE O nosso objectivo é criar combinações e harmonizações com vista à apresentação das conservas de peixe como iguaria, sem alterar ou prejudicar o sabor original, garantido pela indústria portuguesa de conservas de peixe, mundialmente reconhecida pelos seus altos padrões.

As vinhas da Herdade de Pegos Claros tem cerca de 40 hectares e estão integradas numa área total de cerca de 540 hectares cuja ocupação é predominantemente florestal: sobreiros e pinheiros manso explorados num modelo de Gestão Florestal Responsável pelo sistema FSC®, como evidência da preocupação pelos recursos naturais locais (ecológicos, sociais e ambientais).

A grande novidade - Branco de Uvas Tintas - Castelão

A grande novidade - Branco de Uvas Tintas - Castelão



A produzir vinhos de qualidade desde 1920, a Herdade de Pegos Claros foi responsável na década de 90, pela produção de vinhos que constituíram referências nacionais e internacionais do que melhor se produziu como DOC Palmela.

Os vinhos são produzidos tendo como referência o padrão de qualidade dos vinhos produzidos na década de 90, pelos métodos tradicionais de colheita manual, pisa a pé, fermentação em lagar aberto e estágio em madeira de carvalho e exclusivamente a partir de vinhas velhas da casta "Castelão",
Pegos Claros tem a maior vinha contínua de  Castelão da DOP Palmela. Implantadas em solos
arenosos, sem área regada e a maior parte  com mais de 90 anos. Estes factores em conjunto
com o modus operandi em termos de viticultura e enologia, determinam baixos rendimentos nas nossas  produções e muito elevada qualidade no produto final.

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Mais informações em breve.
Reservas
Telef.: 218861081
Mail: abrelatas@abrelatas.pt

CHINA TO BECOME SECOND LARGEST WINE CONSUMER BY 2020

2nd March, 2017 by Natalie Wang on thedrinksbusiness.com

New figures from Vinexpo predict that wine sales in China will grow by 39.8% in the next three years, leading the country to become the world’s second largest wine market after the US.

Speaking to press on 1 March in London, Vinexpo CEO Guillaume Deglise said that by 2020, China’s wine sales will surpass France and the UK, and grow to a total value of US$21.7 billion, trailing only behind the US’ US$38.6 billion.

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Despite its overall size, China’s per capita wine consumption only ranks 36th in the world with 1.34 litres, compared to France’s 47.19 litres. In 2020, per capita consumption is expected to grow to 1.53 litres.

In addition, China is forecast to become the world’s biggest non-sparking wine market by 2020, Deglise said. More than 94.5 million cases of non sparkling wines are expected to be exported to China by that time, an increase of 79.3%.

However, wine consumption still lags behind spirits consumption in the country. China is the world’s biggest consumer of spirits including Baijiu, vodka, whisky and brandies.

 

https://www.thedrinksbusiness.com/2017/03/china-to-become-second-largest-wine-consumer-by-2020/

Distinção a triplicar

In Shopping Spirit:

Aquela que é uma das maiores competições de vinhos a nível mundial destacou o produtor Lua Cheia em Vinhas Velhas e a distinção foi a triplicar. Os vinhos Andreza Reserva Tinto DOC Douro 2014 e Lua Cheia em Vinhas Velhas Reserva Especial Tinto DOC Douro 2014 foram galardoados com a medalha de prata. Já o Colleja Tinto DOC Douro 2014 arrecadou a medalha de bronze.

O International Wine Challenge premeia os melhores vinhos a nível mundial. Num dos mais meticulosos concursos de vinhos, a competição é ávida. Através de um sistema de avaliação rigoroso, cada vinho é provado em três provas cegas por pelo menos 10 jurados diferentes. Os vinhos com pontuação acima de 85 pontos passam à segunda ronda, na qual são atribuídas as medalhas de ouro, prata e bronze.

Esta não é, aliás, a primeira vez que estes vinhos da Lua Cheia em Vinhas Velhas são premiados. A distinção mais recente veio da Wine Enthusiast, uma das mais prestigiadas publicações vinícolas, que atribuiu uns expressivos 90 pontos ao Andreza Reserva Tinto 2014 e uns convincentes 92 pontos ao Lua Cheia em Vinhas Velhas Reserva Especial Tinto 2014 em novembro e outubro do ano passado, respetivamente.

Os vinhos Lua Cheia em Vinhas Velhas são da responsabilidade dos enólogos João Silva e Sousa e Francisco Baptista, num projeto que se construiu em parceria com o empresário Manuel Dias.

IN: " http://shoppingspirit.pt/2017/01/29/lua-cheia-vinhas-velhas/

Eles gostam de fazer vinho ao contrário

Começam na prateleira do cliente e só depois chegam às uvas. O objetivo é ter um portefólio representativo das diferentes regiões

Lua Cheia Team

 

Primeiro o mercado, depois o vinho, a seguir a adega, e finalmente as uvas. Foi assim que nasceu o projeto Lua Cheia em Vinhas Velhas, que junta os enólogos João Silva e Sousa e Francisco Baptista ao empresário Manuel Dias desde 2009, num trajeto por várias regiões vitivinícolas do país.

Eles dizem que gostam de “fazer os vinhos ao contrário”, a partir da prateleira dos clientes-alvo ou, mais precisamente, da perceção que Manuel Dias tem daquilo que o mercado quer através da experiência acumulada na empresa comercial Saven, onde fatura 12 milhões de euros, e em mais de 30 anos dedicados à exportação de vinhos e produtos alimentares.

Na verdade, é Manuel Dias quem costuma dizer que gosta de “fazer empresas ao contrário e sem dinheiro” e foi ele o impulsionador do projeto Lua Cheia em Vinhas Velhas, onde juntou dois enólogos do Douro vinhateiro.

Na criação da empresa combinaram parcerias e algum sentido de oportunidade para minimizar os investimentos que rondam os dois milhões de euros, sempre de acordo com “a voz de Manuel Dias”, apostado em “fazer os vinhos que o mercado procura com qualidade e preços competitivos face à oferta existente”.

“Eu tinha vinhos, o João tinha equipamento e o Manuel tinha o controlo comercial”, sintetiza Francisco Baptista, explicando que a estratégia de criação da empresa, em 2010, assentou “na troca de géneros”. Ele conseguiu os vinhos para o arranque do projeto por troca de serviços de enologia, da mesma forma que João teve equipamento. Depois, garantiram acesso à adega da Casa Agrícola Águia de Moura também a fazer e a comercializar os vinhos dessa empresa, que tinha capacidade de produção de 200 mil litros e hoje, através da parceria criada e da ampliação da adega, com partilha de equipamento, está nos 800 mil litros, 80% dos quais da Lua Cheia em Vinhas Velhas.

Em 2014, foi dado o passo seguinte, através da compra da Quinta do Bronze, no vale do Pinhão, com uma história que remonta a 1822. “Era de um senhor que tinha uma farmácia em Favaios e estava cansado de fazer vinho. A localização e a exposição eram excelentes. Foi a nossa oportunidade”, contam os enólogos, já com o primeiro vinho da sua quinta em estágio, mas ainda a escolher o rótulo certo para o apresentar ao mercado e fechar o ciclo do Douro, onde trabalham com 35 produtores para assegurar as uvas necessárias aos seus vinhos, com nomes de Lua Cheia em Vinhas Velhas, Andreza, Colleja e Secretum, num total de 400 mil garrafas por ano a que estão a juntar mais 3500 de azeite.

SELEÇÃO LUSA

Mas este quer ser um projeto de dimensão nacional, desde logo porque Manuel Dias percebeu que havia espaço para juntar à oferta vinho verde, o que o levou a avançar até Melgaço em 2012, para fazer alvarinho na Adega de Touquinheiras, um dos seus fornecedores que estava em dificuldades financeiras. Ficaram com vinha e com uma adega sem condições técnicas, por isso garantiram o apoio de fundos comunitários para criar uma adega própria na região. Compram uvas a 20 viticultores e fizeram uma parceria com uma instituição de solidariedade social que tinha quatro hectares “de vinha descuidada e mais 20 hectares de campo” para tratar da vinha existente, plantar vinha nova da restante área e ficar com as uvas ao melhor preço. E assim surgiu o portefólio de vinhos verdes da empresa, num total de 300 mil garrafas.

No Alentejo, entraram em 2013, mais uma vez “empurrados pela voz do mercado”. Não têm vinhas nem adegas, nem parcerias a sul, onde compram uvas, arrendaram um espaço de vinificação, em Estremoz, e produzem 100 mil garrafas. No ano passado, chegaram ao Dão e começam já a olhar para o Algarve e para a Bairrada, onde poderá surgir um espumante, a que deverá juntar-se um vinho do Porto produzido na Quinta do Bronze e, um pouco mais à frente, “alguma coisa das ilhas”. O objetivo é ter um portefólio abrangente, representativo das diferentes regiões portuguesas, para poder apresentar a empresa no mercado “como uma solução Portugal”, explica Manuel Dias, que espera ver a empresa crescer 15% este ano, depois dos 1,2 milhões de euros vendidos no ano passado, maioritariamente no exterior, onde começou por colocar estes vinhos em 23 mercados, do Benelux aos EUA, China e Rússia, aproveitando a sua experiência exportadora, antes de trabalhar o mercado nacional, a partir de 2014, com um grupo de seis distribuidores focados na hotelaria, restauração e retalho especializado.

AS GARRAFAS QUE VIAJAM NUM BACALHOEIRO

O que é que um bacalhoeiro tem a ver com a criação de um vinho? “Muito mais do que pode imaginar”, respondem João Silva e Sousa, Francisco Baptista e Manuel Dias, fundadores da empresa Lua Cheia em Vinhas Velhas, a recuperar a tradição dos “vinho de volta” numa parceria com o Clube de Oficiais da Marinha Mercante.

No passado, quando os bacalhoeiros partiam da Gafanha da Nazaré, abastecidos com vinho e alimentos para aguentar a temporada em alto-mar e nem tudo era consumido, todos diziam que no regresso o vinho estava diferente e melhor. Por isso, o produtor aceitou o desafio da marinha, apanhou a boleia de um bacalhoeiro que partiu da Gafanha da Nazaré e enviou 3 mil garrafas do seu vinho do Douro para estagiar durante quatro meses em alto-mar, no porão.

O vinho voltou “realmente diferente”, confirma o trio, certo de que “o balanço do barco põe os diferentes componentes químicos em contacto e essa agitação acaba por acelerar a sua evolução”, como explica o enólogo Manuel Dias.

O resultado desta primeira experiência chegará ao mercado antes do natal, com caixas individuais, acompanhadas de um certificado do capitão do navio e com carimbo pelo IVDP — Instituto dos Vinhos do Douro e Porto.

A inspiração para o rótulo veio diretamente do nome do Deus do mar na mitologia grega, por isso as garrafas deste vinho de volta vão ser comercializadas com a marca Poseidon. E, na agenda da empresa e do Clube dos Oficiais da Marinha Mercante, há já planos para enviar mais vinho à pesca do bacalhau.

 

In Expresso: Margarida Cardoso

http://expresso.sapo.pt/sociedade/2016-11-12-Eles-gostam-de-fazer-vinho-ao-contrario

Bacalhau lascado em crosta de broa - Nostalgia 10 Barricas

Chefe Diogo Fernandes
In Concurso de Gastronomia e Vinhos Verdes 2015 - 8ª Edição

Ingredientes
Bacalhau
Cebolada
Grelos
Batata
Sultanas

Tempo de confecção
20 minutos

Bacalhau lascado e salteado em azeite;
Batata, grelos e sultanas salteados;
Sobrepostos e regados com azeite e grelos vão ao forno por breves minutos resultando num excelente manjar;




Vinho (sugestão): Nostalgia 10 Barricas Alvarinho 2013

Um prato tão complexo como é o nosso bacalhau precisa de um vinho que não se deixe esconder e por isso escolhemos o Nostalgia 10 Barricas uma vez que este é a escolha das vinhas mais antigas fermentando em madeira.